A propósito, a Copa São Paulo foi um evento organizado pelo Rodrigo, Marcos e o Walter na cidade de Extrema, MG para aproximar pilotos experiêntes e novatos. Foi muito divertido.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Copa São Paulo de Voo Livre
Gostei tanto do ângulo de camera aberto olhando para baixo que resolvi tentar novamente mas agora em um sítio de voo de térmica em um dia bom. O resultado está no videozinho que produzi com as poucas imagens que fiz do evento.
A propósito, a Copa São Paulo foi um evento organizado pelo Rodrigo, Marcos e o Walter na cidade de Extrema, MG para aproximar pilotos experiêntes e novatos. Foi muito divertido.
A propósito, a Copa São Paulo foi um evento organizado pelo Rodrigo, Marcos e o Walter na cidade de Extrema, MG para aproximar pilotos experiêntes e novatos. Foi muito divertido.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Novo ângulo da câmera
Foi um preguinho em São Vicente. O voo não deu nem 15 minutos mas me permitiu testar um ângulo novo na câmera, vejam como ficou
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Tiradinha básica
Depois de quase 1 ano e meio faço uma tirada. O local escolhido foi o Pico do Gavião no sul de Minas Gerais.
O vôo aconteceu no sábado mas o planejamento começou 3 dias antes. O corte vertical feito pelo do XCSkies na rota planejada mostrava a condição moderada no sábado com a atividade térmica cessando por volta das 15:30. A condição estaria fraca nas cercanias do Pico do Gavião melhorando consideravelmente após Jardim. Analisando o panorama geral no XCSkies pude notar que o desligamento da condição se daria por um sombreamento gigantesco na área. Com essas informações a estratégia seria, decolar, se afastar o mais rápido possível do pico para depois de Jardim, engatar em uma condição melhor e continuar o vôo a partir daí.
A condição se desenvolveu como previsto com a condição inicial fraca. Outro fator que se apresentou durante todo o voo foi a deriva das termais, até 1900 / 2000 metros a deriva estava de sul, acima disso estava de oeste. Como o vento Oeste vem por cima da cordilheira a direita da rampa, só se a termal fosse forte ela romperia a camada de cizalhamento, de outra forma ela começaria a falhar nesta altura.
Com isso confirmei minha estratégia de ganhar até a termal começar a falhar e tirar para a próxima. Fui nessa tocada até depois de Jardim onde a condição melhorou visivelmente, nuvens pareciam mais consistentes e a força de 1.8m/s a 2.0m/s foi para picos de 4.5m/s.
O caminho entre Jardim e Pinhal foi de base em base, sem acelerar muito. Sobre Pinhal esbarrei em uma de 5 que me levou até a base mas também à borda da condição. Daí fui no planeio até quase Mogi e acabei pousando.
Abaixo link do voo no XcBrasil e um video do voo no youtube
http://xcbrasil.com.br/flight/183836
O vôo aconteceu no sábado mas o planejamento começou 3 dias antes. O corte vertical feito pelo do XCSkies na rota planejada mostrava a condição moderada no sábado com a atividade térmica cessando por volta das 15:30. A condição estaria fraca nas cercanias do Pico do Gavião melhorando consideravelmente após Jardim. Analisando o panorama geral no XCSkies pude notar que o desligamento da condição se daria por um sombreamento gigantesco na área. Com essas informações a estratégia seria, decolar, se afastar o mais rápido possível do pico para depois de Jardim, engatar em uma condição melhor e continuar o vôo a partir daí.
A condição se desenvolveu como previsto com a condição inicial fraca. Outro fator que se apresentou durante todo o voo foi a deriva das termais, até 1900 / 2000 metros a deriva estava de sul, acima disso estava de oeste. Como o vento Oeste vem por cima da cordilheira a direita da rampa, só se a termal fosse forte ela romperia a camada de cizalhamento, de outra forma ela começaria a falhar nesta altura.
Com isso confirmei minha estratégia de ganhar até a termal começar a falhar e tirar para a próxima. Fui nessa tocada até depois de Jardim onde a condição melhorou visivelmente, nuvens pareciam mais consistentes e a força de 1.8m/s a 2.0m/s foi para picos de 4.5m/s.
O caminho entre Jardim e Pinhal foi de base em base, sem acelerar muito. Sobre Pinhal esbarrei em uma de 5 que me levou até a base mas também à borda da condição. Daí fui no planeio até quase Mogi e acabei pousando.
Abaixo link do voo no XcBrasil e um video do voo no youtube
http://xcbrasil.com.br/flight/183836
segunda-feira, 21 de março de 2016
Uma Tirada-Prego
Chegamos meio tarde no Pico Agudo, um monte de asas e parapentes montados na rampa, fui montar a minha lá no fundo no meio de um monte de asas, chegar tarde em uma rampa pequena tem desses problemas
A condição começou boa mas foi se deteriorando, a quantidade de asas para decolar não me deixou decolar na melhor hora, quem decolou primeiro fez um voaço. Tive que esperar quase a fila toda partir e quando chegou minha vez não tinha praticamente sustentação nenhuma.
Quando decolei, decidi que iria provocar o planeio da asa e ver até onde eu ia. Fui variando o CG até conseguir o melhor planeio da asa e mantive a velocidade no best glide informado no manual. Resultado, 18 km de planeio, vejam o vídeo abaixo.
A condição começou boa mas foi se deteriorando, a quantidade de asas para decolar não me deixou decolar na melhor hora, quem decolou primeiro fez um voaço. Tive que esperar quase a fila toda partir e quando chegou minha vez não tinha praticamente sustentação nenhuma.
Quando decolei, decidi que iria provocar o planeio da asa e ver até onde eu ia. Fui variando o CG até conseguir o melhor planeio da asa e mantive a velocidade no best glide informado no manual. Resultado, 18 km de planeio, vejam o vídeo abaixo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Turbulência e tráfego pesado...
Outro final de semana, outro vôo. Queria estar no campeonato paulista mas a $$$ não permitiu, então fomos tomar sacode na praia.
Existem diferenças de velocidades, raios de giro, formas de pilotagem, campos de visão entre parapentes e asas delta que tornam a convivência em um espaço aéreo restrito... estressante.
Esse vôo tenho que admitir que foi tenso, muitos parapentes no lift, pelo menos treinei em condições de voo adversas, coisa que não fazia há muito tempo.
Curtam e até a próxima.
Existem diferenças de velocidades, raios de giro, formas de pilotagem, campos de visão entre parapentes e asas delta que tornam a convivência em um espaço aéreo restrito... estressante.
Esse vôo tenho que admitir que foi tenso, muitos parapentes no lift, pelo menos treinei em condições de voo adversas, coisa que não fazia há muito tempo.
Curtam e até a próxima.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Voltando as atividades..
Faz tempo que esse blog anda parado. Na tentativa de mudar esse panorama, aproveitei a deixa que São Pedro deu nesses dias chuvosos e fui até São Vicente tirar o pé do chão e fazer uma higiene mental há muito necessária.
O vôo não teve nada demais, lift para lá para cá, algumas investidas na santa sem retorno e 1 hora de voo depois, pouso.
Aproveitei para colocar a câmera na quilha da asas e produzi um filmezinho, aproveitem
Até a próxima.
Hamilton
O vôo não teve nada demais, lift para lá para cá, algumas investidas na santa sem retorno e 1 hora de voo depois, pouso.
Aproveitei para colocar a câmera na quilha da asas e produzi um filmezinho, aproveitem
Até a próxima.
Hamilton
quinta-feira, 16 de abril de 2015
São Vicente no feriado da Pascoa
Voo bom com aprendizado bom. Lestada em São Vicente com virada de vento para Nordeste no fim do dia. Engarrafamentozinho básico para a abaixada e decolagem com cabo.
Foi um voo muito bom, típico de condições de cobertura total de nuvens altas. A sustentação era espetacular e a asa cruzava o céu sem perder 1 metro.
Levei 1 hora brincando entre a rampa, o Santa e dando umas esticadas no meio da cidade. Quando começou a virar mais Nordeste e ficar turbulento eu decidir ir para o pouso.
Fazia tempo que não usava o arrasto e uma experiência mal sucedida de pouso com arrasto na praia no passado onde o mesmo não abriu me forçou a algumas modificações no engate no cinto. Pois bem cinto aberto, final de pouso, a asa na altura correta, lanço o arrasto e ele começa a fazer efeito. Dois segundos de arrasto aberto tomo uma desinflada no lado direito que faz a asa descer como uma pedra de bico para o chão. A coisa foi tão violenta que eu não consegui descapotar e vi o chão se aproximando em uma posição incômoda. Há 10 metros do chão a asa recupera e pouso tranquilamente.
Nesse voo consegui afiar o braço em condições que estava enferrujado. Consegui voar em uma condição forte. Usei o arrasto, algo que não usava há quase 1 ano. Recuperei de uma condição adversa coisa que também há muito tempo não fazia.
O incidente arrasto + desinflada durou um total de 11 segundos! A bordo pareceu 11 minutos, veja o vídeo abaixo
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Um vôo como há muito eu não tinha...
Semana passada fiz um vôo em São Pedro como há muito não fazia. Pressão generosa de sudeste permitia a asa aproveitar qualquer bolinha que desprendesse do chão. As pretensões eram as mais humildes possível, aproveitar a condição e se divertir a valer no vôo, pousar no oficial e se divertir com a familia. Mal sabia eu que a diversão seria muito boa mesmo.
O macete todo do vôo era passar dos 1400 metros. Acima dessa altura o rendimento era espetacular e você conseguia passear pela região perdendo pouca altura.
No sábado peguei uma no bracinho a direita da rampa e fui até a base. Ela era tão forte e lisa que parecia um cafuné :)
No domingo eu decolei no entreciclos e quase pouso. Na curva ade aproximação com o cinto aberto eu peguei uma bolha que me lavou na base. Aí foi só alegria, fiz um passeio pela região pousando no oficial para o caminho para casa.
Na próxima vez irei com maldade no coração para uma tirada. :)
Algumas fotos do dia.
O macete todo do vôo era passar dos 1400 metros. Acima dessa altura o rendimento era espetacular e você conseguia passear pela região perdendo pouca altura.
No sábado peguei uma no bracinho a direita da rampa e fui até a base. Ela era tão forte e lisa que parecia um cafuné :)
No domingo eu decolei no entreciclos e quase pouso. Na curva ade aproximação com o cinto aberto eu peguei uma bolha que me lavou na base. Aí foi só alegria, fiz um passeio pela região pousando no oficial para o caminho para casa.
Na próxima vez irei com maldade no coração para uma tirada. :)
Algumas fotos do dia.
Montando a asa e a condição explodindo
Gigi ajudando papai a montar a asa
Estratosferado
Mais alto do que antes
Fim da festa
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Primeiro voo de 2014
Primeiro voo de 2014. A previsão mostrava um sul gordo em São Vicente, daqueles que sustenta qualquer coisa. O dia começaria com ventos calmos de oeste e giraria para sudeste ao longo do dia, ganhando velocidade a medida que girava.
Acordei com a patroa que desceriamos por volta do meio dia e decolaria lá pelas 15:00. A decisão se mostrou acertada e na hora da decolagem uma brisa de média velocidade deixava as coisas muito fáceis.
Decolagem foi tranquila e fácil, logo de saida ganhei uns 70 metros da rampa e depois do primeiro bordo já estava pra lá dos 200 acima da rampa. O voo foi o tradicional do lift de São Vicente com tráfego de parapentes.
O pouso foi um pouco conturbado. Sem ritmo de voo estou sem a noção de planeio da asa e quase fiz um strike na barraquinha de cervejas.
Abaixo umas imagens do voo no dia, até a próxima
Alto sobre a rampa
Gerenciando o tráfego
Familia que voa unida...
Na sombra da asa
Checagem antes do voo
Visual do voo
Era pra ter saido mais da baia na foto
Quem é a criança mais linda da rampa?
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Feriado de Finados em Andradas
E chovia, chovia, chovia até que Pedrão resolveu dar uma trégua para a galera do Vôo e segurou a chuva. Não deu outra, desmarquei os compromissos (tinha um aniversário de um amigo do colégio da minha filha) e partimos para Andradas na sexta a tarde mesmo.
O horário de verão e o hábito de acordar cedo me permitiu chegar na rampa com tempo de sobra para a preparação. No final do dia este fato aliado a falta de ritmo de vôos faria uma grande diferênça.
Pois bem, naquela de hora de verão x hora de Deus fizemos os cáculos para decolar as 12:30, afinal de contas estamos na primavera e não tem porque esperar até as 14:30 para decolar.
Equipado, radio funcionando, resgate com rádio e aqui vamos nós! Belas formações enchiam o céu e o horizonte. Com uma decolagem tranquilissima mandei para a direita da rampa onde a galera já estava subindo. Os primeiros sinais de que algo não estava correto foram logo se mostrando. Alipio estava ralando em cima do pouso de NE sem conseguir subir, a cordilheira não oferecia grandes térmicas, apenas bolhas falhadas. Daniel estava comigo tentando se segurar e o Edson jogou pra trás na esperança de algo melhor.
Deixei o Alipio ralando em cima do pouso e voltei para a rampa na esperança de algo melhor pois os parapentes estavam subindo em cima da rampa. A decisão se mostrou acertada e consegui uma subida consistente, agora sim começou o voo pensei. A 1750m do mar, apenas 150m acima da rampa cheguei na base e pensei comigo mesmo, cara, hoje vai ser phoda. Dei de cauda para o vento e parti para o cross.
Parti para baixo seria a expressão correta. Ao pular a cordilheira fiquei quase a 100 metros do chão e passei 40 minutos tentanto não cair. Edson já tinha pousado e ao passar por cima dele fui atingido por turbulência pesada, resolvi que não pousaria e fiquei enrroscando bolhas que se desprendiam do pouso. Tinha certeza que se pousasse ali me machucaria ou quebraria alguma coisa.
Lá pelas tantas e praticamente tonto de tanto girar e com os ombros doendo, cheguei na base. Menção honrosa para o Daniel que tirou literalmente de 50 metros do chão e foi pra base.
A segunda peguei na entrada de Jardim, lisinha e gostosinha que levou a mim e um parapente para a base da nuvem novamente com direito a uma rápida entubada. A base continuava muito baixa, 1900 metros mas estava subindo. Neste dia chegaria a 2200, se o cabra estivesse com vontade de entubar batia uns 2400.
Toquei o bonde adiante indo em direção a Pinhal. No meio do caminho, encontrei uma turbulenta de dar nojo onde cometi o erro do vôo, sem ritmo de voo e já sem braços para segurar a asa abandonei a turbulenta para buscar algo mais liso a frente, acabei não encontrando nada e pousei na entrada de Pinhal em um arado enorme.
Não demorou muito tempo para a resgata e resgatinha me encontrarem e voltarmos para a pousada.
Daqui a pouco posto fotos e videos do dia.
até a próxima
domingo, 15 de setembro de 2013
Foto e Video do FDS
Gigi na foto com papai pronto para decolar
Decolagem. Apesar de levar a camera eu não tirei nenhuma foto...
sábado, 14 de setembro de 2013
Voltando a voar (e a pregar) como gente grande
Começou! Térmicas de 3 a 4m/s em andradas, no pico agudo há relatos de 8m/s subindo tudo. Sabado dia 7 muitos foram protestar outros foram voar e outros pregaram. Pois é, no dia em que todos absolutamente colocaram kilometros sob as asas eu preguei. O voo durou exatos 1:36 minutos de pura revolta comigo mesmo, pura avaliação errada.
Parado na rampa notei que o vento havia diminuido e os paracas voando na frente tinham dificuldade em subir. Esperei um pouco e mais um pouco quando notei 2 deles começando a enroscar a esquerda, decolei, joguei debaixo dos dois e com os dois pousei. Um pouco mais de paciência teria ajudado mas o mês e meio sem voar me deixou afoito e com vontade de voar, receita para coisas darem errado.
No dia seguinte o vento entrou de sul e neste lado eu tinha mais altura para, vamos dizer, errar. A ideia era realizar o triângulo Andradas, Ibitiura, Jardim e pousar no sul mesmo. Decolei e logo peguei uma na cara da rampa que me jogou na base, fui acompanhando a cordilheira na direção de Andradas mas não pegava nada de decente pelo caminho. Em cima das torres eu fiquei ciscando alguma coisa pois se tentasse passar pela cidade iria chegar do outro lado procurando pouso já.
Infelizmente fique uns 15 minutos no 0 a 0 e não saía do lugar então retornei para a rampa na esperança de fazer o triangulo ao contrario, começando por Jardim. No mesmo lugar onde havia começado o voo, girei-a novamente e fui a base. Mandei na direção de Jardim só pra ver o mundo afundar junto comigo.
A meio caminho de Jardim tive de fazer a escolha de continuar em frente e provavelmente pousar na beira da estrada ou voltar e tentar outra coisa. Decidi voltar mas afundei tanto e quando cheguei estava tão baixo e só me restou fazer a perna do vento e pousar no sul mesmo
Pelo menos o segundo vôo foi melhor que o primeiro.
Tracklog do voo: xc brasil
até a próxima.
sábado, 8 de junho de 2013
Sábado de SO moderado em São Vicente.
Depois de mais de um mês sem voar por causa do trabalho, a gente tem que sustentar o vício :) finalmente entrou de frente na baixada.
50 Minutos de higiene mental no lift de São Vicente para limpar a mente, abaixo fotos e um vídeo da decolagem
Patroa me flagrou fazendo o pré-flight
sábado, 13 de abril de 2013
Dobrando o Para-quedas de emergência.
Final de semana passado eu tirei para redobrar o para-quedas de emergência. Temos que fazer isso de ano em ano para prevenir mofo, substituir as travas de borracha que podem ressecar e impedir a abertura do para-quedas e para tirar a estática que pode impedir a abertura dos paineis.
Sempre que dobro o para-quedas fico na dúvida se o fiz corretamente e se ele abriria em uma eventual necessidade. Pois bem, sábado passado, pedi a ajuda da patroa para lançar o pacote no playground do prédio em que moro. Eu geralmente jogo o pacote ele destrava e o canopi fica estendido no chão. Só que dessa vez estava batendo uma brisinha que abriu o para-quedas e quase leva a patroa embora.
Bom, pelo menos agora eu sei que ele funciona :)
Depois de um dia arejando e limpando os paineis, no domingo de manha eu o dobrei e coloquei de volta no cinto.
Abaixo algumas fotos do processo
Bullet com o receptaculo do paraquedas aberto
O pacote recem removido do bulet, já sem as travas.
Paraquedas já dobrado, pronto para a colocação das travas.
Pacote fechado pronto para a instalação on bullet
domingo, 31 de março de 2013
Fotos do feriado voando...
Alto sobre Santo Antônio do Jardim
Espirito Santo do Pinhal
Alto sobre Pinhal olhando na direção de São João
Chegando em São João da Boa Vista
Pousado próximo a São João explicando a resgata e resgatinha como me encontrar
O arado em que eu pousei perto de São João
Pascoa 2013 em Andradas
Fazia tempo que não via a rampa de Andradas tão cheia. Chegamos por volta das 10:00, o vento ligeiramente de NE e céu azul. Urubu velho do pico montei a asa perto da rampa sul já esperando a virada do vento.
O céu começou a formar cedo, o Fabio decolou de duplo de parapente e estampou colado na cordilheira. Marião veio logo atrás mas ele não teve a mesma sorte e foi direto para o pouso. Eu era o próximo na fila de decolagem e fiquei na rampa, engatado e equipado, sorte que estava frio senão ia derreter de tanta roupa.
Fiquei marcando 2 paramentes que lutavam para subir mas sem muito sucesso e lá pelas tantas um paraca deles começa a subir forte sobre o pouso sul e eu não tenho dúvidas, decolo e vou pra cima dele. O paraca abandona a térmica os urubus que estava com ele batem asas e eu mando meio mundo a merda. A partir daí e pela próxima meia hora fiquei batalhando, ralando, apostando e acertando umas e errando outras para evitar um pouso precoce.
Decolei a 1:15 e lá pelas 2 da tarde engato em uma lisa sobre o matadouro perto do pouso sul que me levou a 2400, cara que alivio e que frio mas eu estava no vôo de novo, chega de enrolação, vamos para o cross.
O plano era fazer um triângulo de 100Km: Andradas, Mogi, Aguai, Andradas mas o tempo gasto lutando com a saída já me tirou parte do ânimo.
A condição claramente tinha 2 camadas, sustentação espetacular na camada mais alta e afundamento absurdo nas camadas mais próximas ao solo.
Durante a tirada outro evento que me mostrou que a coisa não seria fácil, o vento estava de sul. Engatei em uma forte sobre pinhal cuja deriva me empurrou de volta para o pouso sul. Continuei forçando o contra-vento e entre as cidades de pinhal e jardim centrei outra que a deriva me deixou em jardim novamente. Essa seria a tônica desta perna do vôo, contra vento e deriva de termal me trazendo de volta, fazia tempo que não caçava e soltava o CG com a freqüência.
Ralei muito pra chegar em Pinhal e quando percebi a hora (15:30) sabia que não conseguiria fechar o triângulo de 100 sem um substancial milagre. Resignado, resolvi alterar os planos para um triângulo mais modesto. Andradas, Pinhal, São João, Andradas.
Sobre o campo de pouso dos Irmãos Ribeiro em Pinhal, aproei norte e fui em direção a São João. Como era a primeira vez que fazia essa rota, não conhecia os gatilhos e estava tateando, identificando gatilhos mas a eficiência deles não era a mesma da primeira perna. A meio caminho de São João eu quase pousei mas fui salvo pelos aerobus que birutaram uma salvadora atras do pouso.
Depois dessa, a condição começou a fraquejar e eu a testar um monte de pequenas bolha sem conseguir pegar nada que prestasse no caminho até a cidade. Olhava na direção de Andradas, com a altura que estava não conseguiria chegar ao pouso sul e no meio do caminho umas roubadas enjoadas me davam medo e com patroa e patroinha no resgate uma coisa era certa, eu não seria encontrado tão facilmente.
Fiquei tentando encontrar algo sempre no cone do aeroporto de São João até que por volta das 16:00 a condição finalmente apagou e o ar ficou liso, dei uns bordos sobre um arado ao lado do aeroporto alinhei e pousei.
Patroa e Patroinha me encontraram as 17:30 e voltamos para a pousada.
é isso ae pessoal, amanha tem mais.
O céu começou a formar cedo, o Fabio decolou de duplo de parapente e estampou colado na cordilheira. Marião veio logo atrás mas ele não teve a mesma sorte e foi direto para o pouso. Eu era o próximo na fila de decolagem e fiquei na rampa, engatado e equipado, sorte que estava frio senão ia derreter de tanta roupa.
Fiquei marcando 2 paramentes que lutavam para subir mas sem muito sucesso e lá pelas tantas um paraca deles começa a subir forte sobre o pouso sul e eu não tenho dúvidas, decolo e vou pra cima dele. O paraca abandona a térmica os urubus que estava com ele batem asas e eu mando meio mundo a merda. A partir daí e pela próxima meia hora fiquei batalhando, ralando, apostando e acertando umas e errando outras para evitar um pouso precoce.
Decolei a 1:15 e lá pelas 2 da tarde engato em uma lisa sobre o matadouro perto do pouso sul que me levou a 2400, cara que alivio e que frio mas eu estava no vôo de novo, chega de enrolação, vamos para o cross.
O plano era fazer um triângulo de 100Km: Andradas, Mogi, Aguai, Andradas mas o tempo gasto lutando com a saída já me tirou parte do ânimo.
A condição claramente tinha 2 camadas, sustentação espetacular na camada mais alta e afundamento absurdo nas camadas mais próximas ao solo.
Durante a tirada outro evento que me mostrou que a coisa não seria fácil, o vento estava de sul. Engatei em uma forte sobre pinhal cuja deriva me empurrou de volta para o pouso sul. Continuei forçando o contra-vento e entre as cidades de pinhal e jardim centrei outra que a deriva me deixou em jardim novamente. Essa seria a tônica desta perna do vôo, contra vento e deriva de termal me trazendo de volta, fazia tempo que não caçava e soltava o CG com a freqüência.
Ralei muito pra chegar em Pinhal e quando percebi a hora (15:30) sabia que não conseguiria fechar o triângulo de 100 sem um substancial milagre. Resignado, resolvi alterar os planos para um triângulo mais modesto. Andradas, Pinhal, São João, Andradas.
Sobre o campo de pouso dos Irmãos Ribeiro em Pinhal, aproei norte e fui em direção a São João. Como era a primeira vez que fazia essa rota, não conhecia os gatilhos e estava tateando, identificando gatilhos mas a eficiência deles não era a mesma da primeira perna. A meio caminho de São João eu quase pousei mas fui salvo pelos aerobus que birutaram uma salvadora atras do pouso.
Depois dessa, a condição começou a fraquejar e eu a testar um monte de pequenas bolha sem conseguir pegar nada que prestasse no caminho até a cidade. Olhava na direção de Andradas, com a altura que estava não conseguiria chegar ao pouso sul e no meio do caminho umas roubadas enjoadas me davam medo e com patroa e patroinha no resgate uma coisa era certa, eu não seria encontrado tão facilmente.
Fiquei tentando encontrar algo sempre no cone do aeroporto de São João até que por volta das 16:00 a condição finalmente apagou e o ar ficou liso, dei uns bordos sobre um arado ao lado do aeroporto alinhei e pousei.
Patroa e Patroinha me encontraram as 17:30 e voltamos para a pousada.
é isso ae pessoal, amanha tem mais.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Primeiro Voo de 2013
Achei que fosse demorar mais mas no meio de janeiro de 2013, eu realizei o primeiro voo do ano. Não contava com um voo tão cedo no estado de São Paulo pois a ZCAS estava a toda trazendo chuva para a região sudeste.
O voo foi em uma sexta, eu fiquei corujando a condição desde terça. A umidade ia descendo mas a direção do vento não mostrava sinais de melhora continuava firme de SW. A decolagem de SW em São Vicente é considerada traiçoeira pois o vento entra com força mas sem "pressão". Você corre a asa sai do seu ombro e quando chega no fim da rampa ela simplesmente desaba dando um susto no pessoal.
E assim foi minha decolagem. Corri feito um condenado, a asa saiu do meu ombro e no fim da rampa afundei tudo. Raspei os pés na mata logo abaixo e alcei voo, obrigado Senhor.
Abaixo um videozinho da decolagem.
O voo não foi nada de mais, lift na montanha com pequenas bolhas se desprendendo, serviu para afinar os braços para as condições mais fracas de resto 200m acima da rampa durante uns 50 minutos e depois para o pouso.
Serviu para remover as teias de aranha da vela, treinar uma decolagem e um pouso.
Abaixo algumas fotos do dia.
O voo foi em uma sexta, eu fiquei corujando a condição desde terça. A umidade ia descendo mas a direção do vento não mostrava sinais de melhora continuava firme de SW. A decolagem de SW em São Vicente é considerada traiçoeira pois o vento entra com força mas sem "pressão". Você corre a asa sai do seu ombro e quando chega no fim da rampa ela simplesmente desaba dando um susto no pessoal.
E assim foi minha decolagem. Corri feito um condenado, a asa saiu do meu ombro e no fim da rampa afundei tudo. Raspei os pés na mata logo abaixo e alcei voo, obrigado Senhor.
Abaixo um videozinho da decolagem.
O voo não foi nada de mais, lift na montanha com pequenas bolhas se desprendendo, serviu para afinar os braços para as condições mais fracas de resto 200m acima da rampa durante uns 50 minutos e depois para o pouso.
Serviu para remover as teias de aranha da vela, treinar uma decolagem e um pouso.
Abaixo algumas fotos do dia.
Gigi ajudando o Pai nos preparativos
Vista da rampa do Itararé em São Vicente
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Voltando a Voar em 2012
No ano de 2012 eu fiz apenas 4 voos. O trabalho me drenou uma parcela grande do tempo. Passado o stress retornei aos voos neste domingo.
Lestada em Santos, cabo na rampa, voo turbulento paka. Aguentei 30 minutos e fui para o pouso na praia, errei o tempo do stall ainda bem que estava ventando :)
No dia seguinte meus braços doiam. Preciso voar mais :/
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Francis Gary Powers
Piloto do U2 abatido sobre território sovietico é dado como autor do texto que este vídeo reproduz em portugues.
Se realmente foi escrito pelo Powers eu não sei mas é a síntese mais espetacular do que é ser um aviador.
Se realmente foi escrito pelo Powers eu não sei mas é a síntese mais espetacular do que é ser um aviador.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Primeiro voo depois da pneumonia
3 Meses, uma pneumonia e Deus sabe quantos remédios depois, estou de volta aos ares. Perdi 8 kilos quando estava doente e passei para baixo do limite minimo de peso para a asa, como resultado girar termica com 1/4 de cg que no passado era moleza, nesse voo foi uma luta. Tinha engordado uns 4 kilos mas acho que preciso de no minimo mais uns 2.
No final das contas foi um voo prego de no maximo uns 15 minutos. Nada de espetacular, apenas o fato de ter conhecido o pouso norte pela primeira vez.
Abaixo, um videozinho da decolagem com narração da Gi e umas fotos do dia.
No final das contas foi um voo prego de no maximo uns 15 minutos. Nada de espetacular, apenas o fato de ter conhecido o pouso norte pela primeira vez.
Abaixo, um videozinho da decolagem com narração da Gi e umas fotos do dia.
Decolagem com comentários da Gi...
Gigi ensaiando os primeiros passos :)
Durante a montagem da asa eu coloquei o meus óculos na grama e não peguei eles novamente. Quase de noite voltei na rampa para pega-los e pude ver o sol se por, lindo.
Mais por do sol.
Quando o dia vai terminando, entra uma pressão de NE tao liso mas tao liso que permite uma otima higiêne mental.
O Domingo começou assim...
E terminou assim...
Bom, vou ali engordar, na próxima fazemos um voo melhor...
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